Em família, dinheiro não deve ser um tabu

Dia 208/365:

Mais uma pesquisa divulgada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) que deixou o ‘Obrigada, estou apenas olhando’ preocupado.

Gente, apenas 44% das pessoas entrevistadas falam sobre dinheiro/finanças com os membros da família. Além deste percentual, 57% dos consumidores reconhecem que, na família, há sempre um membro que prejudica o orçamento doméstico. E para vocês entenderem, de uma vez por todas, o quanto as finanças podem afetar outras áreas da sua vida: a pesquisa também apontou que 48% dos casais brigam por causa de dinheiro.

Dinheiro não deveria ser tabu no ambiente familiar. Não espere a situação da sua casa beirar o insustentável para você fazer alguma coisa. Converse com o seu cônjuge, seja sincero, não espere a água bater na b… (como diria minha avó) pra fazer alguma coisa. Não espere chegar ao ponto de recorrer a empréstimos em bancos ou com familiares para se posicionar frente aos gastos que estão fora do seu orçamento.

Gestão financeira é um assunto que tem que fazer parte do dia a dia de todos da família. A gente sabe que não é fácil: as pessoas são diferentes umas das outras, agem e pensam diferente, daí sempre vai rolar um estresse quando o assunto é mais sério. Não se abata com isso, enfrente, converse, divida responsabilidades e faça disso um hábito. Assim, naturalmente, o assunto entra na pauta da família e deixa de ser um tabu.

Lembro que no curso de Reeducação Financeira do Pedro Braggio, ele comentou que era comum um dos membros da família pedir ajuda porque não conseguia conversar com o restante da família. Entre os alunos, um pai relatou que em sua casa era apenas uma receita (a dele) e quatro despesas (a dele, da esposa e dos filhos). “Dessa forma, a conta não fecha nunca”, alertou Pedro Braggio.

Dividir as contas

Dividir o pagamento das contas é uma boa oportunidade para fazer com que todos participem. O SPC divulgou também que 1/3 dos entrevistados não divide as responsabilidades. Novamente a conversa sincera e honesta se faz necessária. Claro que as contas não poderão ser divididas igualmente, mas vocês podem se ajustar de acordo com o salário de cada um. Se tiver filhos pequenos compre cofrinhos, defina um valor mensal ou semanal para eles e ajude-os a administrar esse dinheiro. Assim, vocês já vão colocando conceitos de educação financeira para as crianças.

Pedro Braggio sinaliza ainda a importância de buscar os três efes. “Saber o objetivo de seu parceiro ou parceira é determinante para que haja felicidade financeira famíliar”, alerta. Vamos levar estes conceitos para dentro de casa. Não tenha medo, depois de um tempo de adaptação, as coisas vão fluir naturalmente, vocês saem do aperto e encontram a tão sonhada felicidade financeira familiar.

Afinal, contas atrasadas, empréstimos, juros não são de Deus! Sim, Ele não quer isso para as nossas vidas. Ele quer nos oferecer prosperidade! Aproveite as oportunidades que Ele nos dá com sabedoria. Aproveite este post e converse hoje mesmo com a sua família sobre as finanças da casa. Dê o pontapé inicial para resolver todo esse embróglio e tenha paz e tranquilidade para deitar a cabeça no travesseiro! Peça orientação para Deus quando for conversar com a família, Ele vai te acompanhar! 😉

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