Pé-de-meia: faça, mas não guarde na meia!

Dia 228/365:

Hoje, me lembrei da expressão pé-de-meia (coisa das nossas avós né?). E resolvi pesquisar o seu significado. E, o “Obrigada, estou apenas olhando” alerta: entendam o significado, mas não levem ao pé da letra hehehe

Pé-de-meia é uma expressão popular usada para se referir a uma reserva financeira (aquela que a gente já batizou aqui de colchão financeiro lembra? E porquê colchão? Para que a gente possa recheá-lo mais e mais até ficar bem fofinho e, quanto mais alto, melhor hehehe). O pé-de-meia pode ser feito com o intuito de realizar um sonho, ou seja, tem data pra começar e acabar, ou pode ser feito pensando no futuro, numa aposentadoria, ou para suprir imprevistos.

Acredita-se que a expressão tenha surgido na Europa, chegando ao Brasil com os portugueses. Naquela época, as pessoas desconfiavam dos bancos, principalmente, aquelas que moravam em áreas rurais e, como estavam longe das cidades e o acesso aos bancos era dificultado pela distância, as famílias preferiam guardar o dinheiro em suas próprias casas.

Lembro-me quando era criança e meu avô chegava com o pagamento, entregava nas mãos da minha avó e ela separava os valores correspondentes às contas que tinham que ser pagas em envelopes e o dinheiro que sobrava ela enrolava num lenço e escondia no fundo da gaveta da cômoda.

A relação de pé-de-meia com a reserva financeira é mais ou menos essa: os antigos guardavam o dinheiro a ser poupado numa meia e escondiam (como minha avó fazia) em locais de segurança. Ah, antes de guardá-las, as meias eram costuradas para que aquele que guardou pudesse perceber caso alguém mexesse no dinheiro.

Enquanto nossas avós guardavam nas meias, nossos políticos guardam na cueca… Ah, gente, desculpe, não resisti hehehe

Ainda bem que o costume está em desuso, mas é importante lembrar que guardar dinheiro em casa tá errado, não é? Mesmo com a queda da taxa Selic e da inflação, diminuindo os rendimentos dos investimentos, como poupança e Tesouro Direto, usar o banco ainda é a melhor opção.

Guardar dinheiro é uma boa prática. E se você está conseguindo fazer, não deixe o dinheiro parado em casa. Você pode deixar uma ‘caixinha’ para pequenos gastos como comprar pão, por exemplo. Dinheiro parado você perde, não se esqueça disso!

Que Deus continue abençoando NOSSAS vidas, orientando e NOS inspirando para que possamos continuar fazendo as coisas que O agradem. E posso garantir, fazer uma gestão financeira do nosso dinheiro agrada a Deus, com certeza. Honre seus compromissos e faça o bem, que o resto vem! 😉

 

 

 

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