Poupe para poder gastar (com sabedoria)

Dia 354/365:

Um ano sem compras, uma reserva financeira próxima da meta e mais de mil seguidores acompanhando este desafio… Fico muito feliz com os resultados do ‘Obrigada, estou apenas olhando’… Mas devo confessar que não pensei muito pra tomar a decisão.

Acho que se pensasse, analisasse prós e contras, talvez não entrasse nessa. Mas como decisões, a gente toma em segundos, estou aqui, quase um ano depois comemorando os resultados.

A ideia no início era ter uma reserva financeira. Com o blog percebi que poderia muito mais e depois do curso com o Pedro Braggio, aí o cenário se descortinou na minha frente e tive que corrigir a rota. Dicas sobre finanças pessoais, economia doméstica, educação financeira estão tão presentes no meu dia a dia que quando vejo me pego aconselhando alguém sobre isso ou levando o assunto para uma roda de conversa.

A tranquilidade financeira veio como consequência: deixei de comprar, diminui as idas ao cinema, os almoços fora, as pizzas à noite (pelo preço e pela dieta heheh). Percebo que quando o assunto finanças vira meme, normalmente, destacam o dilema entre guardar dinheiro ou aproveitar a vida (com o mantra ‘só se vive uma vez’).

O Indicador de Bem-Estar Financeiro mensurado pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) também avaliou esse dilema e descobriu que 56% dos brasileiros reconhecem que não conseguem aproveitar a vida da maneira ideal em razão da forma com que administram seu dinheiro.

Bem-estar financeiro é o estado em que o indivíduo tem capacidade de honrar as suas obrigações financeiras, sente-se seguro com relação ao futuro financeiro e pode fazer escolhas que lhe permitam aproveitar a vida. E você sabe o que impacta o bem-estar financeiro do brasileiro? Pasme: a falta de preparo para lidar com gastos imprevistos!

Exatamente o que aconteceu comigo. Apenas 12% dos consumidores, segundo o estudo, teriam condições de cobrir uma despesa inesperada de valor expressivo, seja se utilizando recursos da própria renda ou de uma reserva financeira. A maioria (65%) não teria saídas práticas para enfrentar essa situação, segundo apurou o indicador.

Espero que NÓS estejamos entre os 12%. Depois do susto, a gente toma jeito, aprende com os erros e segue em frente, ajudando outras pessoas! Que Deus continue NOS orientando, abençoando e protegendo e que o Espírito Santo toque a NOSSA vida de uma maneira toda especial que resulte em TRANSFORMAÇÃO. Seja feliz! 😉

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