Gustavo Cerbasi orienta o que fazer neste momento

Hoje, o ‘Obrigada, estou apenas olhando’ traz as dicas de Gustavo Cerbasi, consultor, professor, palestrante e autor de 16 livros sobre educação financeira, para nos ajudar a passar por este momento tão delicado que estamos vivendo.

Como é um tempo que nunca vivemos, vamos fazer coisas que nunca fizemos? Eu estou! Como estou trabalhando normalmente, com a graça de Deus, estou tirando um tempo pra treinar (estou seguindo as orientações e os treinos diários do Sergio Bertoluci e estou curtindo bastante), para ler a Bíblia e acompanhar as lives dos pastores da minha igreja e também para estudar. E venho acompanhando os vídeos e dicas do Gustavo Cerbasi.

Recentemente, nas redes sociais, ele falou sobre os aprendizados que podemos tirar desta crise  causada pela pandemia do coronavírus. Além de grande impacto na vida financeira das pessoas, elas estão passando por aprendizados bastante dolorosos. Diante disso, Cerbasi destaca três diferentes perfis que surgem em meio a tudo isso que estamos vivendo: os que estão com medo, os que estão aprendendo e os que estão investindo e, por isso, numa situação mais confortável. Este último grupo fez planejamento, sabe como contornar esta situação realocando seus investimentos para surfar na alta da bolsa de valores que ainda não começou.

“Não temos uma clareza dos impactos econômicos, a incerteza é muito grande! Estamos vivendo uma perda de riqueza muito grande no país. Mas a oportunidade de investir vai crescer ao longo do tempo”, avalia Cerbasi. “A situação hoje é mais grave daquela que vivemos em 1929”, reforça, orientando três atitudes que todos devem tomar neste momento.

Autoconhecimento – Cerbasi acredita que a crise não afeta a todos da mesma forma e cada um reage de uma maneira diferente: dependendo da situação financeira em que esta pessoa se encontra (um dos três perfis citados acima).  O autoconhecimento vai permitir que você avalie a sua situação e as suas condições financeiras e faça o que precisa ser feito, por exemplo: substituir seus ativos: venda itens mais caros e compre mais baratos. Importante é se preparar, se planejar montando uma estratégia para o momento de recuperação da economia. “A estabilidade emocional fará muita diferença nesta hora”, destaca.

Enxugue gastos – você se lembra do colchão financeiro? Aquela reserva de emergência que você deve ter para manter você e sua família por uns três meses? Cerbasi orienta a fazer mais cortes orçamentários a fim de que esta reserva dure até seis meses. “É muito importante contar com gorduras financeiras para poder investir e consumir quando oportunidades aparecerem”, explica. É aquela velha história, faça o que precisa ser feito até poder fazer o que você quiser.

Aproveite o tempo – mesmo quem tem pouca ou nenhuma reserva financeira deve usar o tempo a seu favor. Aproveite o tempo extra para estudar, os cursos on-line estão pipocando no google, saiba pesquisar e aproveite as opções gratuitas. Descubra uma renda extra, faça bolos, doces, venda produtos de beleza, aproveite os grupos de whatsapp para oferecer um seus serviços ao invés de ficar divulgando notícias (falsas ou verdadeiras) sobre a pandemia, gerando caos e terrorismo nas pessoas. Aproveite o seu tempo de maneira positiva.

Antes desta quarentena, sempre ouvi as pessoas dizerem não tenho tempo para estudar, não tenho tempo para treinar, não tenho tempo para cozinhar uma refeição saudável, não tenho tempo para ler a Bíblia… Agora, este discurso do “não tenho tempo” caiu por terra. Muita gente deve estar envergonhada com isso: perderam sua desculpa clássica.

Vamos juntos eliminar as desculpas fajutas e fazer o nosso melhor. Neste tempo, estou me aventurando na cozinha e não é que descobri que sou boa em fazer bolos? Já testei duas receitas: de cenouras com chocolate e de coco e, modéstia à parte, eles ficaram muito bons.

Que Deus nos proteja neste momento e que o Espírito Santo nos inspire a escolher sempre as melhores opções entre tantas a que estamos expostos diariamente. Faça o melhor por você e pelos seus e que Deus NOS abençoe e olhe por NÓS!  Fique bem e cuide-se, por você e pelos seus! 😉

Pulando no colchão financeiro

Dia 67/365:

Sim, pulando, gritando, fazendo festa! Comemorando! O colchão financeiro do ‘Obrigada, estou apenas olhando’ começa a ser recheado hehehe Quebrar o cartão na entrevista com a TV Educativa valeu a pena.. heheheh

Esta é a segunda vez desde que o  ‘Obrigada, estou apenas olhando’ entrou na minha vida que finalizo os pagamentos do mês. Com todas as despesas da casa, as faturas (são três) e as pendências com os gastos extras (conserto do carro) em dia, agora é hora de ver o que sobrou…  E sobrou! Ebaaaaa

O primeiro mês foi frustrante e lágrimas rolaram…  Desta vez, a situação melhorou e muito! Graças a Deus! Lembra da regra 50/20/30? Então, vou conseguir guardar um pouco mais dos 20% para a reserva financeira. O meu colchão finalmente vai começar a ser recheado da forma como planejei desde que começou este desafio.

A regra de ouro dos educadores financeiros garantem o sucesso das finanças pessoais de qualquer um. E, como não é uma regra fechada, a gente pode adaptá-la ao nosso estilo. Assim, este mês, estou conseguindo guardar 25% do total da minha receita. Uau…

É pra comemorar muito! E esta era uma situação que eu já estava prevendo desde o mês passado, quando passei a acompanhar a previsão de gastos no Aplicativo Pedro Braggio. E até me lembro das palavras do Pedro para não me deixar desistir. Ele disse: “Cíntia, este sentimento de frustração é normal e faz parte deste aprendizado. Acompanhe, pelo aplicativo, a previsão de gastos para os próximos meses, que você vai perceber que com as despesas diminuindo mês a mês, a tendência é sobrar mais”, aconselhou.

Com as despesas diminuindo mês a mês e a ausência de novas compras, nos próximos meses vai sobrar mais do que os 25%, contribuindo assim para melhorar o recheio do meu colchãozinho (que hoje mais parece uma tábua de tão duro hehehe).

De uns tempos pra cá, venho entendendo a qualidade de tudo que é passageiro na vida: a dor, o sofrimento e até as alegrias… As dívidas também passam a entrar nesta lista de coisas passageiras, graças ao bom Deus! Janeiro vem a última parcela da Renner: libertação! hehehe Não vejo a hora!

Que Deus continue NOS mantendo firme no propósito de aprender sempre… E a entender que o  mais importante nesta vida é o SER e não o TER. E você, quem é? 😉

Já ouviu falar da fórmula 50/20/30?

Dia 36/365:

Hoje ouvi falar de uma fórmula que pode nos ajudar a planejar o orçamento mensal. É conhecida como a regra de ouro das finanças pessoais. Como a gente não sabia disso ainda? hehe Pode até parecer óbvio estas informações, mas para mim fez todo o sentido agora.

Muita coisa poderia ter sido evitada se eu soubesse desta regra antes heheh Ou melhor, se tivesse sabido e colocado em prática né? Não adianta a gente aprender alguma coisa e não trazer pra nossa vida.

Para fazer com que nossas despesas caibam no nosso orçamento mensal, é preciso planejamento. Então, a regra dos 50/20/30 chegou num bom momento. E, para aprender direitinho, vamos fazer uma simulação com um salário de R$ 1.200,00. Destes, R$ 200 foram para os impostos (ah, o governo, esse danadinho heheh). Do valor líquido (R$1.000,00), R$500,00 vão para os gastos essenciais ou despesas fixas; R$200,00 vão para a reserva mensal e os R$300,00 para as alegrias da nossa vida: passeio, compras, diversão… Viu, é bem fácil, não? Nem tanto, eu sei! Mas vamos conseguir!

Os R$ 500,00, ou seja, metade da sua renda líquida, você deve usar para os gastos com a casa, contas de água, luz, telefone, internet, aluguel, condomínio, combustível ou transporte público, compras no supermercado… Nossa, parece que não vai dar, né? Mas tem que dar heheh Se você está gastando além disso, precisa rever os valores: trocar de operadora de telefone móvel, por exemplo, pode te render economia. Verifique com as operadoras e veja qual oferece as melhores vantagens com a menor mensalidade. Eu fiz isso e reduzi em 50% os gastos com o celular.

Os 20%, ou seja, os R$ 200,00 da nossa receita fictícia, deve ir para a poupança. Lembra do Colchão Financeiro? A gente falou dele em setembro, durante o curso de Reeducação Financeira do Pedro Braggio. Lembrou? Então, a poupança vai ser a nossa reserva de emergência. Aquela que você vai guardar até atingir, pelo menos uns três meses do seu salário atual.

Os últimos 30% são os mais divertidos hehehe Os 30% da nossa renda fictícia, ou seja, R$ 300,00, vão para os nossos gastos variáveis. E, desta porcentagem, devo confessar que ainda mantenho o cineminha, a sobrancelha e unha (não sei fazer sozinha, não adianta), almoços fora de casa (aqueles com os amigos, pra botar a fofoca em dia). Eu não posso, mas você pode incluir nestes 30% a compra de roupas novas, bolsas, sapatos, acessórios, maquiagem… Ai, ai… isso não me pertence mais! Passou! hehe

Apesar de ser conhecida como uma regra de ouro, ou seja, uma regra que os educadores financeiros garantem sucesso na aplicação, não é uma regra fechada. Você pode adaptá-la ao seu estilo de vida, mantendo, claro, a consciência sobre seus gastos e sobre o fato de que a poupança é fundamental para que este planejamento todo renda bons frutos no futuro!

E vamos conseguir! E que Deus continue NOS ajudando… 😉

Diga não ao título de capitalização!

Dia 22/365:

Quem nunca recebeu a proposta do seu gerente do banco ou do telemarketing para fazer um título de capitalização que atire a primeira pedra. Todo mundo né? No meu caso foi pior ainda, eu procurei o banco para fazer o tal título.

Acreditando que estava fazendo a coisa certa, fiz isso em março deste ano, por 24 meses… Ai, Jesus amado, se eu tivesse participado deste curso de Reeducação Financeira antes, teria evitado perder dinheiro.

Aí você lê isso e se pergunta? Perder dinheiro? Mas título de capitalização não é investimento? E eu respondo: NÃO! Quer dizer, só se for pro banco! Sim, meus amigos, comprando títulos de capitalização você está perdendo dinheiro!

Quando seu gerente te oferecer alguma modalidade de investimento como planos de previdência e títulos de capitalização, não aceite. Procure informações sobre outros investimentos e não acredite fielmente no que diz o seu gerente. Lembre-se, ele é gerente do banco e não seu! Ele trabalha para o banco e não para você! Então, meus queridos e minhas queridas, ele vai oferece pra você o que beneficia o banco!

Diga não aos títulos de capitalização.De acordo com Pedro Braggio, educador financeiro, ao comprar um título por R$ 100,00 mensais, por exemplo, o banco vai debitar este valor da sua conta por, pelo menos, dois anos. “Sai R$ 100,00 da sua conta, mas o rendimento não é sobre este montante. Deste valor, uma porcentagem vai para um fundo que o banco utiliza para fazer os sorteios para todos os clientes”, explica. “O seu rendimento será sobre o que sobrou”, anuncia.

Como a gente sabe de nada, né? E pensar que quando o gerente explica que poderemos participar de sorteios, você pensa (uau!) como o banco é bonzinho. Bonzinho uma ova! Se você for sorteado (alguém conhece alguma pessoa que já tenha sido sorteada?) sorte sua! Se não for, tá perdendo dinheiro sim!

Ontem, liguei para o banco e cancelei os meus títulos (sim, eu tinha dois!). Pedro explicou que este mesmo valor que eu depositava, posso continuar fazendo diretamente para a minha poupança. “Vai render mais. Aquele montante deixa lá até poder resgatar e, quando resgatá-lo, você usa para rechear o seu colchão financeiro”, aconselhou, quando liguei desesperada para saber o que eu fazia, pois, o banco não autorizou o resgaste, somente o cancelamento.

E vamos que vamos. A gente vai vivendo e aprendendo e que Deus NOS ajude a aprender cada vez mais!

Você já ouviu falar em colchão financeiro?

Dia 21/365:

Hoje é o último encontro do curso de Reeducação Financeira. Então, amanhã é o primeiro de uma nova vida. Inicia-se um novo momento de se relacionar com dinheiro, banco, cartão de crédito, poupança, investimentos.

Os dois primeiros dias foram muito bons. Eu esperava bastante do curso, pois, conheço o professor e educador financeiro, Pedro Braggio, e sei da sua competência, mas tudo me surpreendeu: a sinceridade dos colegas, as dicas do professor, a forma de apresentar o conteúdo e até de lidar com as situações relatadas pelos alunos. Sensível e atencioso. Até para dar broncas, ele foi educado e divertido.

Educado, divertido, porém, sincero. E ouvir que a gente tá fazendo errado dói. Não dói? Mas o importante é se dispor a aprender, estar aberto a receber as informações, assimilar e colocar em prática. Como? Mudando tudinho.

Hoje, liguei pro meu banco e cancelei o título de capitalização. Depois da aula de ontem, nunca mais na vida hehehe Você pode estar pensando, nossa que radical. Sim, radical mesmo. Depois que descobri o que o banco faz e como rende o meu dinheiro, é melhor colocar na poupança e ir recheando o meu colchão financeiro, um termo que o Pedro usa para explicar uma reserva que temos que ter para imprevistos.

É fácil de entender. Você vai colocando um pouco por mês na poupança até conseguir um montante que te dê uma sobrevida de uns três meses, caso fique sem pagamento. Entendeu? Não? Eu explico melhor amanhã. Vamos falar muito sobre colchão financeiro. O meu já começou a ser recheado hoje. Uau, que alegria.

O colchão é uma reserva para emergências. Ao passo que outros investimentos como títulos públicos, CDB, RDB, devem ser para o o futuro, pensando numa aposentadoria. Estes investimentos para o futuro devem vir após o seu colchão estar bem recheadinho, bem fofinho… heheh

E outra dica boa que ouvi ontem: cuidado com o cartão de crédito. As lojas não querem que a gente compre roupas, sapatos, bolsas, maquiagem, jóias.. Elas querem vender financiamento com juros exorbitantes e que podem te enforcar… Tenha cuidado e que Deus NOS  ajude.