E na hora de comprar material escolar…

Outro gasto impossível de fugir, caso você tenha filhos na escola, é a compra de material escolar.  Gente, a regra do IPTU e IPVA também vale para este tipo de compra: você só vai conseguir economizar se pagar à vista. E como encontrar os melhores preços? Batendo perna ou usando o seu wi-fi (pra pesquisar on-line) e lendo as dicas do ‘Obrigada, estou apenas olhando” hehehe

Gente, uma coisa é fato: não é preciso ser pobre ou rico para economizar, guardar dinheiro ou pechinchar. Todo mundo pode e deve fazer isso. O que acontece é que aqueles que têm mais acesso às informações, conhecem as melhores oportunidades e sabem onde estão as ferramentas que podem trazer este tipo de vantagem que vai fazer uma diferença enorme no fim do mês, como aplicativos, descontos, oportunidades de compras coletivas, por exemplo.

Reúna outros pais da mesma classe dos seus filhos (oportunidade também para se aproximar das pessoas ao vivo e em cores, saia um pouco das redes sociais e viva suas amizades ao vivo) e montem um grupo de compra coletiva: divida tarefas entre os participantes como a pesquisa de preços em lojas e atacados e garanto que vão economizar muito!

Reaproveitar também é uma opção para o material escolar. Se a escola devolveu o que sobrou, faça uma triagem do que pode ser reaproveitado. Se a escola não devolveu e seu filho vai continuar estudando lá, reúna o grupo de pais e verifiquem com a diretoria se será possível utilizar o material remanescente do ano passado.

Algumas dicas que todo mundo sabe, mas na hora que precisa esquece. Não vou ensinar nada novo para vocês, apenas lembrá-los o que vocês já sabem:

1. Antes de comprar, avalie a lista: observe bem a lista de material escolar. Cuidado com as exigências abusivas. Confira se são solicitados itens de uso comum, como produtos de higiene e limpeza, ou itens usados na área administrativa. Para organizar-se melhor, procure classificar também os livros didáticos, os literários e os materiais de papelaria. Sempre que tiver dúvidas, questione a escola.

2. Pesquisar: é a palavra de ordem para conseguir bons preços e produtos de qualidade. Não compre na primeira loja. Não compre no dia em que está fazendo a pesquisa. Leve sempre papel, caneta ou o celular e vá anotando, fotografando tudo que você precisa comprar.

3. Reaproveite: não é vergonha nenhuma reaproveitar o que sobrou do ano passado. Veja lápis, canetas, papéis, cadernos, uniformes, mochilas… Acredito que uniformes não será possível reaproveitar, porque as crianças crescem e crescem numa velocidade que a gente não consegue acompanhar, não é mesmo? Mas outros itens tenho certeza de que é possível fazer um arranjo. Importante conversar com a criança também. Explicar pra ela os motivos de utilizar a mesma mochila do ano passado, por exemplo.

4. Organize um grupo de compra coletiva: reúna os pais de alunos da turma dos seus filhos e monte um grupo de compra coletiva. Aproveite para liderar o grupo e disseminar nos outros pais a ideia do consumo consciente. Esta dica está no post que escrevi há algum tempo sobre o Homem-Desconto. Depois de reunir os pais, busque as lojas que vendem no atacado. Como vocês vão comprar em grandes quantidades, alguns produtos mais simples, como lápis e canetas, podem sair com até 90% de desconto.

5. Esqueça os personagens: cadernos e mochilas de personagens de desenho animado ou super-heróis só vão complicar as suas compras. Os valores são absurdamente mais altos que aqueles sem o glamour dos personagens. Se optar por não comprar estes personalizados já vai conseguir economizar bastante..

6. Compre à vista: você já sabe que este é o nosso mantra, né? Sempre que possível, compre à vista. Se for parcelar, verifique se é o mesmo valor. Apenas pagando à vista você consegue negociar pedindo desconto. Peça, hein, ninguém vai lhe oferecer desconto por conta dos seus belos olhos azuis hehehe (os meus são castanhos, nessa eu já teria perdido heheh).

7. Livros? Tente trocar: outra opção com o grupo de pais é propor para a escola uma feira de livros. Assim você doa os do seu filho e tenta trocar pelos livros que ele vai usar este ano. Vá em grupo conversar com o diretor (a) da escola. Todo mundo vai sair ganhando, eu tenho certeza, você vai ver. Você, os outros pais e a escola que vai ser vista pelos pais como uma instituição que se preocupa com o consumo consciente e, ao mesmo tempo, é empática com as famílias de seus alunos.

Espero que estas dicas (que eu tenho certeza você já sabia) te ajudem nesta saga do material escolar. Ah, sobre as mensalidades, converse com o diretor, peça desconto, não aceite os valores como a última palavra. Se tiver mais de um filho na mesma escola, este desconto tem que ser maior. Repito, peça! Ninguém vai oferecer desconto pra você. Participe das reuniões escolares e fique atento às datas de concursos de bolsas. Normalmente, elas ocorrem em outubro para o próximo ano letivo. Participe da vida escolar do seu filho, tenho certeza que você só vai tirar proveito disso, em todos os sentidos.

Mesmo as compras necessárias precisam ser conscientes. Ajude os outros pais a enxergarem também. Vamos juntos disseminar estes conceitos e esta nova maneira de enxergar o consumo e a forma de nos relacionarmos com o dinheiro. Eu sei que você pode. Deus espera isso de nós: que façamos sempre o melhor, que busquemos a prosperidade em todos os sentidos e que ajudemos uns aos outros. Aproveite as dicas e seja feliz (gastando pouco)  😉

Como criar bons hábitos financeiros

Dia 164/365:

“O que você pode mudar nos seus hábitos financeiros?” Esta pergunta me deixou pensando no quanto o ‘Obrigada, estou apenas olhando’ não só mudou meus hábitos financeiros, mas minha vida como um todo.

Todos temos bons e maus hábitos. E, assim como agimos com nossas virtudes e defeitos, temos que exaltar o que é bom, enquanto abafamos e neutralizamos o que é ruim. Antes de começarmos este debate, sobre bons e maus, vamos analisar… Hábitos são repetições de comportamentos que o nosso cérebro assimila, criando um processo de aprendizado interno.

Isso significa dizer que, com o tempo, paramos de pensar em fazer as coisas, para realizá-las inconscientemente, como beber água, comer, trabalhar… A ciência explica que isso acontece para que o cérebro poupe esforços tornando estas ações em ações automáticas.

Será que era isso que acontecia comigo? Já estava enraizado que as idas ao shopping, tinham que incluir sair de lá com uma sacola… Independente da loja…

Como criar bons hábitos…

Se você está endividado, o seu objetivo é acabar com as dívidas. Então, direcione seus esforços para isso. Lembra como tudo isso começou? Meu problema não era por conta de dívidas, mas pela falta de uma reserva financeira. E foquei nisso! Como conseguiria poupar? Parando de gastar e foi aí que surgiu o desafio deste #UmAnoSemCompras.

Não comprar foi a minha melhor decisão nestes últimos 5 meses… Tive que fazer escolhas e consegui substituir aquele padrão repetitivo de passeios no shopping e compras por poupar.

Guardar dinheiro foi o objetivo. No começo foi difícil, não sobrava, até que me toquei que não tinha que esperar sobrar, tinha que definir um valor e pronto. Hoje, o percentual que vai para a reserva financeira é de quase 30% da minha renda, pois, guardar dinheiro se transformou no meu foco. Virou desafio mesmo, ponto de honra. Aquela coisa que tenho que fazer! E comemoro a cada mês… E vem dando certo. Importante comemorarmos nossas pequenas vitórias.

Fiz algumas mudanças também como trocar  a operadora do celular, reduzindo pela metade o valor mensal. Defini um valor limite para as compras no supermercado e passei a comprar à vista, no débito. E, quando compro em dinheiro, peço desconto, sempre! Apesar do limite do cartão de crédito, defini um próprio e a ideia é nunca atingir este limite.

Acredito que hoje meu cérebro já trabalha nesta direção: eu posso, eu quero, eu consigo! Temos que eliminar as crenças que nos limitam, algo do tipo: ‘você não vai conseguir’, ‘ganho pouco’, ‘não mereço’ e por aí vai…

Em resumo… 

  • Comece devagar e escolha um novo comportamento por vez.
  • Defina metas de curto, médio e longo prazo.
  • Crie estímulos que motivem seu processo de mudança.
  • Adote um novo estilo de vida.
  • Tenha menos dinheiro na carteira.
  • Pare de comprar por impulso.
  • Defina prioridades para seu dinheiro.
  • Pague à vista e peça desconto.

Espero que o meu aprendizado sirva de alguma forma para você. Que você encontre nestas histórias diárias um impulso para fazer a sua própria história. Que você prospere e seja feliz! Encontre o seu caminho e faça dele o desafio da sua vida, mas mantenha Deus no centro de tudo: deixe Ele te guiar, te inspirar e te orientar em quais oportunidades aproveitar. Que Ele NOS abençoe e NOS proteja sempre em todos os momentos. 😉

Enquanto isso, na hora de comprar material escolar…

Dia 120/365:

Ah, como prometi, hoje vamos ajudar as mamães e papais a comprar material escolar sem enlouquecer. Gente, como com o IPTU e IPVA você só vai conseguir economizar se pagar à vista, o material escolar, vocês tem que economizar batendo perna ou gastando internet (pra pesquisar on-line) heheh

Mas acredito que a melhor forma de economizar é batendo perna mesmo. Lembra da minha experiência no Natal: foram três horas pesquisando mas gastei metade do que havia planejado. Portanto, vale a pena pesquisar. Esta é a primeira regra de ouro!

A segunda é reaproveitar. Faça uma triagem de tudo que sobrou do ano passado. Se a escola devolveu o que sobrou, verifique neste material o que pode ser reaproveitado. Se a escola não devolveu e seu filho vai continuar estudando lá, verifique com a diretoria se é possível utilizar o material remanescente do ano passado. Sim, pergunte, corra atrás, não é vergonha nenhuma: tenho certeza de que o diretor (a) também faz economia em casa.

Algumas dicas que todo mundo sabe, mas na hora que precisa esquece. Não vou ensinar nada novo para vocês, apenas lembrá-los o que vocês já sabem:

1. Antes de comprar, avalie a lista: observe bem a lista de material escolar. Cuidado com as exigências abusivas. Confira se são solicitados itens de uso comum, como produtos de higiene e limpeza, ou itens usados na área administrativa.  Para organizar-se melhor, procure classificar também os livros didáticos, os literários e os materiais de papelaria. Sempre que tiver dúvidas, questione a escola.

2. Pesquisar: é a palavra de ordem para conseguir bons preços e produtos de qualidade. Não compre na primeira loja. Não compre no dia em que está fazendo a pesquisa. Leve sempre papel, caneta ou o celular e vá anotando, fotografando tudo que você precisa comprar.

3. Reaproveite: não é vergonha nenhuma reaproveitar o que sobrou do ano passado. Veja lápis, canetas, papéis, cadernos, uniformes, mochilas… Acredito que uniformes não será possível reaproveitar, porque as crianças crescem e crescem numa velocidade que a gente não consegue acompanhar, não é mesmo? Mas outros itens tenho certeza de que é possível fazer um arranjo. Importante conversar com a criança também. Explicar pra ela os motivos de utilizar a mesma mochila do ano passado, por exemplo.

4. Organize um grupo de compra coletiva: reúna os pais de alunos da turma dos seus filhos e monte um grupo de compra coletiva. Aproveite para liderar o grupo e disseminar nos outros pais a ideia do consumo consciente. Esta dica está no post que escrevi há algum tempo sobre o Homem-Desconto. Depois de reunir os pais, busque as lojas que vendem no atacado. Como vocês vão comprar em grandes quantidades, alguns produtos mais simples, como lápis e canetas, podem sair com até 90% de desconto.

5. Esqueça os personagens: cadernos e mochilas de personagens de desenho animado ou super-heróis só vão complicar as suas compras. Os valores são absurdamente mais altos que aqueles sem o glamour dos personagens. Se optar por não comprar estes personalizados já vai conseguir economizar bastante..

6. Compre à vista: você já sabe que este é o nosso mantra, né? Sempre que possível, compre à vista. Se for parcelar, verifique se é o mesmo valor. E para pagar à vista, peça desconto. Peça, hein, ninguém vai lhe oferecer desconto por conta dos seus belos olhos azuis hehehe (os meus são castanhos, nessa eu já teria perdido heheh).

7. Livros? Tente trocar: outra opção com o grupo de pais é propor para a escola uma feira de livros. Assim você doa os do seu filho e tenta trocar pelos livros que ele vai usar este ano. Vá em grupo conversar com o diretor (a) da escola. Leve a ideia, converse, proponha, você nem vai precisar explicar a situação do país: TODOS VIVERAM A CRISE! Todo mundo vai sair ganhando, eu tenho certeza, você vai ver. Você, os outros pais e a escola que vai ser vista pelos pais como uma instituição que se preocupa com o consumo consciente e, ao mesmo tempo, é empática com as famílias de seus alunos.

Espero que estas dicas (que eu tenho certeza você já sabia) te ajudem nesta saga do material escolar. Ah, sobre as mensalidades, converse com o diretor, peça desconto, não aceite os valores como a última palavra. Se tiver mais de um filho na mesma escola, este desconto tem que ser maior. Repito, peça! Ninguém vai oferecer desconto pra você. Participe das reuniões escolares e fique atento às datas de concursos de bolsas. Normalmente, elas ocorrem em outubro para o próximo ano letivo. Participe da vida escolar do seu filho, tenho certeza que você só vai tirar proveito disso, em todos os sentidos.

Mesmo as compras necessárias precisam ser conscientes. Ajude os outros pais a enxergarem também. Vamos juntos disseminar estes conceitos e esta nova maneira de enxergar o consumo e a forma de nos relacionarmos com o dinheiro. Eu sei que você pode. Ele também sabe, porque tenho certeza de que Ele está NOS acompanhando e NOS orientando dia a dia, decisão em decisão, em todos os momentos de nossas vidas. Obrigada, Pai! 😉

Antes de comprar, responda estas três perguntas

Dia 86/365:

Hoje me questionaram: ‘Como está a vida sem compras? Fácil? Difícil?’ Não e sim! Não está fácil e sim, está sendo difícil. Mas temos que aprender a dominar as nossas vontades e o ‘Obrigada, estou apenas olhando’ quer te ensinar como. Responder apenas três perguntas pode te  ajudar a controlar o seu desejo de comprar.

Recebo este tipo de pergunta quase todos os dias, na sexta-feira, uma jornalista paulistana me questionou como estou conseguindo e emendou: “eu nunca conseguiria”. É uma questão de escolha e prioridades. Talvez ela não precise fazer este tipo de escolha, mas já vou adiantando: parar de comprar não é só uma questão de economizar dinheiro. Vai além. Estamos falando sobre consumo consciente, ou seja, é um conceito bem  mais amplo.

Mas quando você está nas ruas ou  nos shoppings e ao passar em frente a uma loja, a vitrine te chama a atenção e você entra: este tipo de compra é caracterizada pelo impulso. Você não precisava, mas mesmo assim comprou, sugestionado pelo apelo.

E se ideia é começar a trabalhar o domínio da vontade, antes de entrar na loja, pare: pense, avalie e responda três perguntas básicas. Dessa forma, acredito que suas compras poderão ser reduzidas pela metade. Para o professor de Economia da Puc-Campinas, Roberto Brito, essas três perguntas vão te ajudar a lidar com as armadilhas que, diariamente, incentivam o consumo.

1- Eu realmente preciso comprar isso? Quando se fizer esta pergunta, tente se lembrar de quantas blusas, casacos, calças, sapatos, bolsas você já tem. Não use desculpas como ‘ah, desta cor eu não tenho’ heheh (Já fiz muito isso).

2- Preciso comprar agora? Pode ser que ao se decidir pela compra, sem ter dinheiro, você opte pelo parcelamento no cartão de crédito. Se for este o caso, não compre neste momento. Prefira guardar um pouquinho por mês e comprar à vista daqui um tempo. Você pode até pedir desconto.

3 – Eu tenho condições de comprar isso? Sempre que a gente escolhe fazer uma compra a prazo, crediário ou cartão de crédito (acho que nem existe mais a modalidade crediário né?). Mas enfim, sempre que optar pelo parcelamento, você tem que pensar em todas as despesas que você já tem nos meses subsequentes. Assim, você não corre o risco de ficar sem condições de honrar MAIS UMA dívida.

Prepare-se psicologicamente para sair às ruas. Pode parecer uma piada, mas saber lidar emocionalmente com esse tipo de situação é essencial. Se você ainda não se sente forte o bastante para resistir, deixe o cartão de crédito em casa. Saia apenas com o de débito, pois, assim se você não tiver dinheiro na sua conta, não correrá o risco de passar o outro cartão.

Você já conhece todas as artimanhas das lojas que te influenciam para a compra. Seja mais forte que tudo isso. Fuja dos vendedores insistentes e bem treinados. Aprenda a dominar a sua vontade e viva tranquilo e sem dívidas. E daqui, sigo, (quase) tranquilamente, pedindo a Deus que continue NOS orientando e NOS inspirando em todas as nossas escolhas. 😉

Peça descontos, você tem direito!

Dia 56/365:

O feriado do ‘Obrigada, estou apenas olhando’ foi tenso heheh Vivi duas situações completamente diferentes com relação ao dinheiro. Reclamei com relação aos valores cobrados na conta do meu contrato da NET e recebi desconto maior do que havia solicitado! Pois é, dá pra acreditar?

Na primeira situação, claro que dá, a gente tá cansado de reclamar dos serviços prestados pelas operadoras de telefonia celular… Agora, receber desconto maior do que havia solicitado tem a ver com a idoneidade do profissional que está te atendendo. E é preciso homenagear o Magno (não sei o nome completo dele), da Farmácia Drogasil, da Avenida 9 de julho, em Jundiaí.

Como consumidora, aprendi a reclamar pelos meus direitos e, há 6 meses, o meu relacionamento com a Vivo não ia bem das pernas e rompi com a operadora. Migrei para a Net e até hoje estava satisfeita. Eu explico. Quando  recebi a conta da Net (tv, internet, telefonia fixa e móvel), o valor da franquia do celular veio 50% a mais do que eu havia contratado. Só por Deus, viu! É nosso direito reclamar! É nosso direito ser bem atendido! Faça valer os seus direitos!

Aí bate aquele nervoso e você pega o telefone e liga na hora (com fogo nas ventas, como diria minha avó) para reclamar. Fiquei esperando exatos 32 minutos no telefone para que o atendente resolvesse o problema. No final, ele veio pra mim e disse: ‘a senhora tem razão e já resolvi’, aí ele me mandou um boleto novo com o valor que eu havia contratado com vencimento para hoje! Ah, gente, o que dizer da incompetência destes atendentes? Isso porque a minha fatura vence no dia 15 de cada mês.  Mas beleza, já tá resolvido.

O que aprendi com este episódio: que é preciso conferir todas as informações da conta dos serviços contratados. Você faz isso? Eu sempre fiz e, com certeza, vou continuar fazendo. Não aceite passivamente os valores que chegam na sua conta. Analise, avalie e confira tudinho para não ser enganado. Se você solicitar, a Vivo manda a conta detalhada, com todas as ligações, todos os SMS, mensagens que você fez. A NET não mandou este mês, amanhã eu ligo de novo lá para pedir uma conta detalhada. Boa ideia hehehe

Deixei a experiência positiva pro final para que você, assim como eu, mantenha a fé no ser humano. Sempre que preciso de algum remédio, compro na Drogasil, lá, tenho desconto com a minha carteirinha da Unimed. Cheguei com a minha receita para o tratamento da chata da Rinite hehehe e já fui apresentando a carteirinha do plano de saúde. E um dos remédios eu poderia adquirir via Farmácia Popular e o desconto era maior. E você acha que eu sabia disso? Claro que não! Quem me alertou foi o farmacêutico!

Sempre fico encantada com posturas como esta. Ele viu que o remédio poderia ter um desconto melhor do que eu estava prevendo e me alertou! Isso é fantástico, gente! E se você não tem o costume de pedir desconto, pode mudar esta atitude. Nós temos direito a descontos que sequer imaginamos. Eu também não sabia que a Unimed me dava desconto na farmácia. Um dia o caixa me alertou e, desde então, aproveito sempre!

Não tenha vergonha de pedir desconto. Lembre-se, o NÃO você já tem. Poucos atendentes agem como o Magno. Dificilmente, eles vão oferecer, é você que tem que pedir.  Pechinche! Eu espero que Deus continue NOS inspirando e colocando mais Magnos no caminho de nossas compras. 😉